Arquivo da tag: filosofia
Grandes pensadores, Morin PARTE IV
Grandes pensadores, Morin PARTE III
Grandes pensadores, Morin PARTE II
Michel Foucault: Filosofía y Psicología (1965) 3/3
Michel Foucault: Filosofía y Psicología (1965) 2/3
Michel Foucault: Filosofía y Psicología (1965) 1/3
31ª edição dos Encontros Nietzsche
Quando: 29 e 30 de novembro
Local: Sala 08 do Conjunto Didático de Filosofia e Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia da
Universidade de São Paulo
Endereço: Av. Prof. Luciano Gualberto, 315, Cidade Universitária, São Paulo
Programação completa
XXXI ENCONTROS NIETZSCHE
Nietzsche e a modernidade
Departamento de Filosofia – Universidade de São Paulo
ORGANIZAÇÃO: GEN – Grupo de Estudos Nietzsche
TERÇA-FEIRA 29 de NOVEMBRO
09h00: Abertura
Comunicações:
Marioni Fischer de Mello (UNIOESTE): O corpo nas críticas nietzschianas contra Platão
Diana Decock (USP): A filosofia como obra de arte em Nietzsche
Fernando de Sá Moreira (UNIOESTE): Doença e sofrimento na figura do asceta em Nietzsche
Braian Matilde (USP): A transvaloração da modernidade
Márcia Rezende (USP): Considerações acerca do conceito de efetividade na obra de Friedrich
Nietzsche
Moderadores: Prof. Dr. Clademir Araldi (GEN/UFPEL) e Prof. Dr. Ivo da Silva Júnior
(GEN/UNIFESP)
14h00-16h00:
André Itaparica (GEN/UFRB)
“Nós, modernos”: A caracterização da modernidade em Para-além de
bem e mal
Emmanuel Salanskis (USP/FAPESP)
Le sens historique dans Par-delà bien et mal: vertu ou vice de l’âme moderne?
Wilson Frezzatti Júnior (GEN/UNIOESTE)
Nietzsche: as ideias modernas e o lamarckismo social.
16h30-18h30:
Vânia Azeredo (GEN/PUCCAMP)
Nietzsche e a modernidade: a extemporaneidade do discurso filosófico
Márcio Silveira (GEN/UFBA)
Modernidade e história: o problema da memória na subjetividade do homem moderno
Clademir Araldi (GEN/UFPEL)
Nietzsche: a modernidade e os extremos do niilismo
19h30-21h00
André Martins (UFRJ)
Perspectivismo e genealogia como semiótica dos afetos: uma análise de Para além de bem e
mal
Antonio Edmilson Paschoal (PUC-Paraná)
Décadence e Rangordnung: dos desdobramentos próprios da modernidade à tarefa dos novos
filósofos
21h00-22h30
Conferência
Patrick Wotling (Université de Reims)
La modernité comme contradiction physiologique et ses conséquences pour le philosophe.
Scarlett Marton (GEN/USP): debatedora
QUARTA-FEIRA 30 de NOVEMBRO
9h00 – Abertura
Comunicações:
Sdnei Almeida Pestano (UFPEL): Animal de rapina versus animal de rebanho: a imagem da
Renascença como crítica da modernidade
Alexander Gonçalves (USP): Para além da modernidade: o tempo e o “sem-tempo” no discurso
de Nietzsche
Célia Machado Benvenho (UNIOESTE): Críticas ao tipo filisteu: Bildung e elevação da cultura
Eder Corbanezi (USP): Perspectivismo e relativismo em Nietzsche
Rafael Dias Ferreira (UFPEL): A pluralidade dinâmica das(s) vontade(s) de potência como
condição da Grande Política
Moderadores: Prof. Dr. Wilson Frezzatti Jr (GEN/UNIOESTE) e Prof. Dr. Emmanuel Salanskis
(USP/FAPESP)
14h00-15h30
Céline Denat (Université de Reims)
La modernité selon Nietzsche: un mouvement de « Contre-Renaissance »
Ivo da Silva Júnior (GEN/UNIFESP)
Frente e verso da concepção de modernidade em Nietzsche
André Itaparica (GEN/UFRB): moderador
15h30-16h00: avaliação das discussões
18h30: Lançamentos
Livraria Martins Fontes
Av. Paulista, 509, São Paulo.
- - Filosofia e Cultura – Festschrift em homenagem a Scarlett Marton – Ivo da Silva Júnior (org.)
- - Nietzsche e o problema da civilização (coleção Sendas e Veredas) – Patrick Wotling
- - Nietzsche: Sua filosofia dos antagonismos e os antagonismos de sua filosofia – Wolfgang Müller-Lauter
- - Nietzsche contra Darwin 2ª edição (coleção Sendas e Veredas) – Wilson Frezzatti Júnior
- - Cadernos Nietzsche 29
Filosofia moderna – 4. A idéia moderna da Razão
Por Marilena Chaui
4. A idéia moderna da Razão
Em seu livro História da Filosofia, Hegel declara que a filosofia moderna é o nascimento da Filosofia propriamente dita porque nela, pela primeira vez, os filósofos afirmam:
1) que a filosofia é independente e não se submete a nenhuma autoridade que não seja a própria razão como faculdade plena de conhecimento. Isto é, os modernos são os primeiros a demonstrar que o conhecimento verdadeiro só pode nascer do trabalho interior realizado pela razão, graças a seu próprio esforço, sem aceitar dogmas religiosos, preconceitos sociais, censuras políticas e os dados imediatos fornecidos pelos sentidos. Só a razão conhece e somente ela pode julgar-se a si mesma; Continue lendo
Filosofia moderna – 1. Problemas de cronologia: Quando começa a “filosofia moderna”?
Por Marilena Chaui
1. Problemas de cronologia: Quando começa a “filosofia moderna”?
Freqüentemente, os historiadores da filosofia designam como filosofia moderna aquele saber que se desenvolve na Europa durante o século XVII tendo como referências principais o cartesianismo — isto é, a filosofia de René Descartes —, a ciência da Natureza galilaica — isto é, a mecânica de Galileu Galilei —, a nova idéia do conhecimento como síntese entre observação, experimentação e razão teórica baconiana — isto é, a filosofia de Francis Bacon — e as elaborações acerca da origem e das formas da soberania política a partir das idéias de direito natural e direito civil hobbesianas — isto é, do filósofo Thomas Hobbes.
No entanto, a cronologia pode ser um critério ilusório, pois o filósofo Bacon publica seus Ensaios em 1597, enquanto o filósofo Leibniz, um dos expoentes da filosofia moderna, publica a Monadologia e os Princípios da Natureza e da Graça em 1714, de sorte que obras essenciais da modernidade surgem antes e depois do século XVII. Muitos historiadores preferem localizar a filosofia moderna no período designado como Século de Ferro, situado entre 1550 e 1660, tomando como referência as grandes transformações sociais, políticas e econômicas trazidas pela implantação do capitalismo, enquanto outros consideram decisivo o período entre 1618 e 1648, isto é, a Guerra dos Trinta Anos, que delineia a paisagem política e cultural da Europa moderna. Continue lendo